terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Cura D´Ars

Quem o não soubesse, pensaria que tivesse sido propositado! Mas não o foi! Fui ontem a Ars, a aldeia que viu viver e morrer o famoso "cura" a quem deu o nome.Situa-se na Rhône-Alps sub região da Ain, departamento nº1, diocese de Lion a pouco menos de 200 km de Genéve.Fiquei impressionado logo de imediato com a simplicidade do lugar! De facto, não obstante o tamanho de quem a habitou e colocou no mapa, a pequena localidade manteve-se impassívelmente quieta, sossegada, como se apenas assim pudesse pudesse continuar a beber da fonte de espiritualidade que ali viveu, que inspirou, e continua a inspirar como patrono (desde 1925) de todos os sacerdotes do mundo.

Outra coincidência, para quem acredita nelas, o facto de terminar hoje o ano sacerdotal proposto pelo papa Bento XVI. Foram várias as ocasiões em que o Cura de Ars foi citado. Partilho algo que foi dito em 2008 em Lourdes:
«Cada sacerdote deve poder sentir-se feliz ao servir a igreja. Na escola do cura D'Ars (...) não cesseis de dizer que um homem não pode fazer nada de maior que dar aos fieis o corpo e sangue de Cristo e perdoar os pecados»
São muitos os ensinamentos deste padre, que na sua pequenês, nas suas limitações, conseguiu fazer a diferença e ser exemplo para todos.

Outra coincidência, o facto de o dia de ontem, onde estive em Ars, ser também a véspera da solenidade do Coração de Jesus, inspiradora para tantos santos! Cura D'Ars também, mas antes dele Margarida Maria Alacoque, São Daniel Comboni e tantos outros.
Tanto assim é que os institutos formados por Comboni não eram apenas missionários e missionárias combonianos/as, mas missionários/as combonianos/as do Coração de Jesus.
Comboni, vendo o coração trespassado do Bom Pastor (Jo 10) sentia-se impelido a levar aos mais pobres e abandonados da Àfrica a Boa-Nova, corria o terceiro quartel do século XIX. Agora, 150 anos depois, já não ele mas a família que deixou nos seus institutos (missionários, missionárias, seculares e leigos) levam esta mensagem de amor, tendo como força o coração do Bom Pastor, como missão a evangelização de muitos que ainda não ouviram falar dEle, e a reevangelização de muitos outros que esqueceram as raízes cristãs que foram bandeira dos antepassados.
Para concluir, neste dia tão especial para a igreja, um cumprimento particular para os sacerdotes que lêem (que não creio numerosos), para os combonianos que hoje fazem festa, e já agora, tendo em conta a visita de ontem, para todos aqueles que estão no caminho do sacerdócio, ou tendo já decidido ser sacerdotes, ainda não tenham dado o passo que os levará à "escola" que ontem visitei.
Texto publicado pelo Cristóvão aqui, no dia 09/07/2010

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

A força da oração...



... transporta-nos para mais perto de Deus!


Esta imagem fez-me pensar em quantos jovens não farão também o mesmo na intimidade da sua casa. É preciso ter a coragem de sair à rua e gritar ao mundo que acreditamos, acreditamos em Jesus Cristo Ressuscitado... e queremos que todos também acreditem, como nós.

XII Fórum Ecuménico Jovem

Mais uma vez o grupo de jovens de Dornelas fez questão de participar em mais um evento que decorreu na diocese.... o XII Fórum Ecuménico Jovem.Este foi já o XII Fórum Ecuménico Jovem, sob o lema "Quem é o meu próximo?" (Lc. 10, 29), numa caminhada que se iniciou a 22 de Maio de 1999, em Leiria, com o primeiro tema a debater o "Ecumenismo - desafios para os jovens cristãos".


D. Ilídio Leandro, Bispo de Viseu também passou por esta iniciativa jovem, apelando à unidade da Igreja e salientando a alegria da sua Diocese acolher este mesmo Fórum.

O Padre António Jorge, responsável do Secretariado Diocesano da Pastoral Juvenil de Viseu fez uma leitura final deste evento: "Foi uma alegria muito grande acolher o XII Fórum Ecuménico Jovem em Viseu. Foi uma oportunidade especial dada aos jovens para crescer na fé e dar razões da fé que vão descobrindo e celebrando, em confronto saudável e festivo com a mesma fé em Jesus Cristo, manifestada pelos jovens provenientes de outras tradições cristãs. É bom, de vez em quando, pôr a Diocese de Viseu na rota de acontecimentos nacionais, para proporcionarmos a outros jovens o conhecimento da nossa realidade eclesial e social. Para a realização deste evento, foi importante, para além do trabalho de programação realizado pelos departamentos da juventude das Igrejas Católica, Lusitana, Metodista e Presbiteriana, a atenção e participação dos professores de Religião e Moral da Diocese de Viseu, os animadores dos grupos de juvenis da nossa diocese que colaboraram mais de perto, assim como a atenção dada pelo Seminário Maior e o Centro Sócio-Pastoral Diocesano. O meu agradecimento a todos!"

E salientando este espírito ecuménico de partilha e vivência comum, até recordou um momento ilustrativo: "Durante o encontro, diante do que estávamos a contemplar, perguntei a um jovem: - Olha para todos estes jovens. Consegues distinguir os que são desta ou daquela Igreja...? O jovem respondeu-me prontamente: - Não se dá conta. Concluí: - Eis o que gera a fé em Jesus Cristo. Estamos todos n'Ele. E isso é uma festa!".

E nós, em conjunto como o padre Tójó também dizemos que não conseguimos distinguir as diferentes "juventudes" presentes no Fórum, todos somos irmãos na fé que nos une a Jesus Cristo... Uma nova experiência que ficará nas nossas memórias como um belissimo lugar de encontro e partilha.
(informação retirada do Mergulha de cabeça =P

domingo, 7 de novembro de 2010

Campanha Natal 2010

Estamos a viver o Ano Europeu da luta contra a pobreza e exclusão social... assim movidos pelo amor ao nosso próximo vamos procurar este ano tocar o coração das pessoas ajundando quem mais precisa...

Neste sentido, o grupo de jovens lança hoje o desafio à comunidade de dar a mão a quem mais precisa! E quem mais precisa pode ser um vizinho, um amigo ou familiar! Lançamos também aqui o desafio:


Arrisca conhecer o teu próximo e dar-lhe a mão....

quarta-feira, 30 de junho de 2010

A origem...

Porque nos chamamos assim? Super Nada Firme...

A nossa fé em Jesus Cristo é inabalável... mais ainda quando estamos em grupo, fazemos jus às palavras de Jesus quando nos disse: "Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estarei no meio deles" (Mt 18, 20). Assim quando estamos em grupo procuramos amar-nos como ele nos amou, de forma gratuita e incondicional. A nossa fé é firme.

Então porquê o super e o nada?

Sendo humanos, nem sempre a nossa fé é assim tão inabalável, nem sempre o nosso amor é assim tão incondicional como o amor de Deus. Mas acreditamos que em grupo podemos crescer na fé. Em grupo podemos tornar a nossa "super fé" ainda maior, mais ainda quando o meu irmão está no "nada da fé" dele. Em grupo somos capazes de conhecer o verdadeiro amor de Deus.